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Enfim, o SRAM de 11 velocidades...



Foto: Divulgação
Depois da Campagnolo e da Shimano, chegou a vez da Sram apostar nos grupos de câmbio com 11 velocidades para bikes de estrada — até então, a fabricante norte-americana só dispunha da opção de 11 velocidades para MTB, na qual foi pioneira.

Os recém-lançados Red 22 e Force 22 têm previsão para chegar ao mercado brasileiro no segundo semestre deste ano. Lá fora, os grupos completos custam US $ 2.618 e US $ 1.358, respectivamente. Além das 22 marchas, a grande novidade fica por conta do freio hidráulico oferecido no Red 22 em duas versões — no disco ou diretamente no aro.

Este modelo pesará 1.747 g, menos que os concorrentes Campagnolo Super Record (1.885 g) e Shimano Dura-Ace (2.016 g).

Matéria publicada na revista VO2 Max, edição 92, maio/13

Pulseira leva informações importantes em caso de um resgate ou socorro....


Foto: Divulgação
Praticantes de esportes outdoor, como o ciclismo e o triathlon, costumam treinar em locais que nem sempre apresentam as condições ideais, de modo que inevitavelmente estão sujeitos a acidentes. Pensando nesse público, chega ao mercado brasileiro um sistema de identificação pessoal conhecido como Self ID, no qual o atleta recebe um código de usuário único seu, gravado no verso de uma chapa de inox que fica presa a uma pulseira.

Nessa chapa (de aço inoxidável cirúrgico) são gravadas a laser informações importantes em um resgate ou socorro, como seu histórico médico, dados de seu plano de saúde, hospitais de preferência, nome de médicos, grupo sanguíneo, alergias etc.

Em caso de acidente, o dispositivo permite que os socorristas tenham acesso a esses dados vitais. Há opções de pulseiras feitas de silicone e náilon, além de tornozeleira de neopreme — todas resistentes à água doce e salgada. Para os fãs de tecnologia, existe ainda o modelo interativo, que vem com um código de usuário no verso da chapa.

Com ele, a pessoa entra no banco on-line da Self ID e registra seus dados de forma mais detalhada. Numa emergência, é só o socorrista acessar o site (o que pode ser feito por smartphone) e introduzir o código do acidentado (http://www.selfid.com.br).

Matéria publicada na Revista VO2 Max, edição 92, maio/13

Corrente alemã...


Foto: Graham Watson
Já está disponível no mercado brasileiro o mais novo modelo de correntes para bicicleta da conhecida marca alemã Connex. O Black Edition oferece resistência e durabilidade, pelo menos é o que garante o fabricante. Para isso, possui elos internos de aço inoxidável e externos revestidos em níquel.

A coloração escura é decorrente de um processo especial de anodização (processo anticorrosivo), que diminui o desgaste e a corrosão da corrente. O modelo é compatível com todos os sistemas de nove e dez velocidades disponíveis no mercado.

O Black Edition 10sB pesa 275 g/110 links e custa R$ 266. Já 9sB tem 289 g/110 links e sai por R$ 254. No Brasil, a distribuidora oficial da Connex é a Labici (labici.com.br).


Fonte: Prologo

Retrovisores para Bikes....


Foto: BicycleRearview
Alguns ciclistas urbanos estão usando pequenas câmeras de vídeo presas no canote ou no guidão para gravar suas pedaladas diárias, visando sua segurança. Agora fizeram um upgrade tecnológico ligando à câmera a um visor preso ao guidão, funcionando como um retrovisor.

O mais simples deles é o Bicycle Rearview Camera, da Hammacher. Funciona basicamente como um retrovisor, com um monitor de LCD de 3,5 polegadas, transmite a imagem de trás do ciclista, auxiliando na sua movimentação pela via. Possui leds para funcionamento durante a noite. O equipamento sai por $180 dolares.

Já o ciclocomputador Cerevellum Hindsight não só funciona como um retrovisor, mas grava 40 minutos em loop do trajeto. No quesito segurança é um grande avanço! Com preço mais salgado, sai por $299 dolares.

Esses retrovisores para bike teriam uma ótima aceitação dos ciclistas urbanos brasileiros, considerando o tráfego que enfrentam. Mas por esses valores não os veremos por aqui tão cedo.

Hidráulico para todos....


Por Albert Pellegrini

Talvez o mais controverso na questão de freios hidráulicos seja sua utilização nas bicicletas de estrada. Nesta modalidade, a frenagem é muito sutil, eventualmente em curvas fechadas em descendência o freio é mais requisitado, mas o tradicional ferradura é suficiente para os intempéries que podem existir tanto num treino como numa prova de ciclismo de estrada.

A UCI aprovou o uso do freio a disco para a modalidade cyclocross, mantendo sua proibição no ciclismo de estrada. Entretanto os passadores integrados ainda não sofreram desenvolvimento tecnológico suficiente para aposentar os cabos de aço. Então foi inventado um conversor, que transfere o movimento feito pelo cabo de aço para um sistema de frenagem hidráulica.

Além de serem adaptados nos tradicionais sistemas de freio a disco, esses conversores são utilizados pela Magura em seu freio “ferradura” (que lembra o clássico Campagnolo Delta), primeiramente com seu modelo para contrarrelógio, o TR8 TT, e depois para bicicletas de estrada, o TR8.

A TRP Brakes apresentou no bike show de Taipei em 2011 o Parabox, sistema conversor adaptável a qualquer passador integrado (SRAM Doble Tap, Campagnolo Ergo Power (inclusive EPS) e Shimano STI (inclusive Di2).

Vale lembrar que a Colnago e a Formula estão trabalhando num sistema de freio a disco hidráulico sem a necessidade de um conversor. A novidade pode ser conferida na nova C59-disc pelo site: http://www.colnago.com/c59-disc/, que será lançada em breve.

Esse é um importante passo para o futuro do ciclismo.

Cidade nos EUA oferece oficina self service para ciclistas

Prefeitura de Minneapolis oferece serviço de auto-atendimento para biker fazer a manutenção básica

Fotos de divulgação


A cidade norte-americana de Minneapolis é considerada a mais amiga dos ciclistas nos Estados Unidos. Segundo pesquisas, nos últimos quatro anos, o uso da bicicleta cresceu 33% nos deslocamentos urbanos naquela cidade.

Com tanta bike circulando, é normal que as bicicletas precisem de manutenção de vez em quando. Pensando nisso foi criado um serviço de auto-atendimento para o ciclista fazer a manutenção básica em sua magrela. Trata-se do Bike Fixation Kiosk, implantado pela prefeitura ao lado de uma importante ciclovia.


O quiosque oferece gratuitamente algumas ferramentas como o indispensável cavalete (com uma bomba de encher pneus embutida) e outras oito ferramentas básicas que dão conta da maioria das emergências mecânicas.


O serviço conta ainda uma máquina automática, tipo aquelas refrigerantes, onde é possível comprar algumas peças básicas e componentes para reparos.

O primeiro quiosque já está em funcionamento e já existem negociações para a inauguração do serviço em outros locais de Minneapolis.


Fonte: Bike Magazine

Bike de Bambu

Um projeto envolvendo cooperativas em Brasília lançará uma bike de bambu até o final de Setembro

Um projeto capitaneado por Phillip Fiuza Lima em conjunto com o Centro de Pesquisa de Bambu (CPAB) na Granja do Torto planeja lançar a bike de bambu brasileira até o final de Setembro. A bicicleta é apenas um dos produtos do projeto que envolve várias cooperativas na busca por um sociedade mais sustentável.
O quadro que deverá ser comercializado tem cerca de dois quilos e deverá custar pouco mais de mil reais. Mas o que vale mesmo nesse caso é o efeito social que o projeto vai causar. São poucas fábricas de quadros brasileiras e nenhuma com o apelo social que esta irá ter. Além de tudo, o charme de andar com uma bike de bambu não tem igual.
Ainda não foram divulgados detalhes técnicos dos quadros, mas quem quiser já deixar o nome listado basta entrar em contato com o Phillip. De quebra eles também vão comercializar os pneus Cruiser, aqueles coloridos e com desenhos de escamas de cobras e outras coisas.

COM ENTRADA USB, BICICLETA PERMITE QUE CICLISTAS CARREGUEM APARELHOS ELETRÔNICOS



Produzido pela empresa Silverback, veículo torna a prática de pedalar ainda mais sustentável







A empresa alemã Silverback desenvolveu uma bicicleta diferenciada e ainda mais sustentável do que as comuns. Equipada com entradas USB, a bike permite que o ciclista carregue aparelhos eletrônicos enquanto pedala por aí.
A energia produzida pelos pedais alimenta a bateria de celulares, câmeras fotográficas e aparelhos de GPS, entre outros. A luz dos faróis também é garantida pelo movimento da bicicleta, que está disponível em dois tamanhos diferentes – Starke 1, com 12,5 kg, e Starke 2, que pesa 11,9 kg.
Esse moderno modelo de bicicleta faz parte da nova linha da marca, que é voltada especialmente para ciclistas urbanos.


Pequenas Empresas Grandes Negócios
BICICLETA DE PLÁSTICO RECICLADO PRODUZIDA NO BRASIL






Que tal uma armação de bicicleta produzida a partir de plástico de garrafas PET, embalagens de shampoo e peças de geladeira? Pelo menos a 2.500 pessoas essa ideia interessa. Elas estão numa lista de espera para adquirir uma bike de quadro reciclado que é fabricada, sob encomenda, em São Paulo. Essa bicicleta é mais resistente, flexível e barata. Isso porque o plástico não enferruja, amortece naturalmente e sua fabricação transforma resíduos sólidos em um novo produto.


A invenção é do artista plástico uruguaio Juan Muzzi, radicado no Brasil. Ele estuda a fabricação desse modelo há doze anos, investindo dinheiro próprio. Há um ano e meio o molde final ficou pronto. A partir de novembro os primeiros exemplares serão distribuídos. “Tenho a patente da primeira bicicleta de plástico reciclado do mundo”, diz.


Para fabricá-las, Muzzi conta com o trabalho de algumas ONGs que recolhem sucata e vendem para uma empresa que granula o material. Os grãos são vendidos para a Imaplast, empresa de moldes que Muzzi dirige. Também é possível que o próprio interessado leve o material reciclável. No processo de produção, o plástico granulado entra em uma máquina e é injetado no molde de aço. “Cada quadro demora dois minutos e meio para ser fabricado e, se for feito só de PET, usa 200 garrafas”, explica o empresário.


A maioria das encomendas – elas devem ser feitas pelo site MuzziCycles* – pedem os quadros, apenas. Cada um custa R$ 250. Mas também é possível comprar a bicicleta completa, que pode chegar a R$ 3 mil. Estados Unidos, Alemanha, México e Paraguai já demostraram interesse em encomendar magrelas de plástico reciclado. Um modelo infantil começa a ser produzido no ano que vem. E mais: “Em maio começamos a fazer um modelo de cadeira de rodas. Mas nesse caso vamos doá-las. A pessoa só terá de trazer o material plástico”, conta Muzzi.



Revista Super Interessante por Marina Franco
First Look! 2012 Roval CONTROLE TRAIL Rodas SL

O ano do rodado trilha leve continua!




















Como observamos no mês passado, Roval de Controle Trail rodado AL faz um bom caso para si: Wide jantes (21mm interior), a DT cubo livre suíça origem e raios, um peso competitivo e preço, e uma garantia vitalícia limitada parecem todos muito bem no papel . Na trilha, meu set foi sem problemas, com deméritosvindo somente de um pouco de flexão quando comparado com a concorrência ealgum ruído estranho falou durante a frenagem em terreno acidentado.

Depois de ler essa revisão, o pessoal da casa Especializada de rodas estavam em contato, confiante que o novo modelo 2012 resolveria minhas queixas.Gostaríamos de ter um olhar para o carbono de aro revista versão? Será quenunca.

Fresco fora do caminhão da FedEx, aqui está nosso primeiro olhar 2012 RovalControle de SLs rodas Trail. Bata no salto para mais detalhes, o preçosurpreendente e peso ainda mais surpreendente ...

Por: Bike Rumor
Discução sobre Ciclismo na Cidade

Assista

 "Segurança das bicicletas nas cidades"

http://www.antptv.com.br/

Bicicleta da McLaren pesa menos de 3 kg


Chamada Venge, bike de corrida é feita com fibra de carbono e custa R$ 24.000

De tradicional equipe de Fórmula 1 a exímia fabricante de carros de rua superesportivos, a McLaren desta vez aposta no ramo das bicicletas. Obviamente a marca inglesa desenvolveu um modelo para competições, que atende pelo nome Venge. Desenvolvida com a mesma tecnologia usada na criação do cupê MP4-12C, a bike é fabricada inteiramente de fibra de carbono. Somente o quadro pesa meros 950 gramas.
À venda por US$ 14.000 (cerca de R$ 24.000), a Venge com suas demais peças – quadro, garfo, pedivela, entre outras -, marca ínfimos 2,5 kg na balança. O ciclista inglês Mark Cavendish que o diga. O atleta foi o primeiro a usar a “magrela” da McLaren em uma competição, no caso a clássica prova de rua Milan-San Remo, realizada na Itália no último dia 19 deste mês. Cavendish, no entanto, terminou a corrida apenas na 52º colocação.
Fotos da Bike-

Anderson Getulio quebra o recorde da hora ...



Por Leandro Bittar

O ciclista Anderson Getúlio Cordeiro Rita, o Latino, superou ontem uma das marcas mais antigas do ciclismo nacional ao percorrer 45,860 km durante uma hora no Velódromo Municipal do Rio de Janeiro, equipamento construído para os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007.

O feito teve a supervisão da Fecierj - Federação de Ciclismo do Estado do RJ - mas não deve ser homologado oficialmente como a melhor marca nacional por não ter a supervisão nem da CBC nem da UCI.

A antiga melhor marca do ciclismo brasileiro pertence a Jair Braga, que percorreu 45,277 km em 1984. Este ainda é o recordo oficial no país.

Hudson Malta, fotógrafo e idealizador do site Bikebros.com.br, acompanhou de perto a proeza e relata o feito, inclusive com as declarações de Latino. Confira.

O incrível Velódromo Municipal do RJ, na Barra da Tijuca, é um templo sagrado do ciclismo nacional. Mas em uma manhã de sábado de dezembro a sua aparente calmaria foi quebrada para a conquista de um grande feito. Não é possível medir com palavras a importância do dia 18 de dezembro de 2010 para o ciclista Anderson Getúlio Cordeiro Rita, o "Latino". Depois de estabelecer o primeiro recorde da hora neste Velódromo, em dezembro de 2009, o ciclista se supera novamente e aumenta consideravelmente sua marca, definindo a nova distância de 45.860 metros percorridos em uma hora (180 voltas + 110 metros), quase 2km a mais do que seu recorde anterior.

Iniciando seu feito às 9:00h da manhã do dia 18/12/2010, Anderson aparentava tranquilidade, embora aguardasse com ansiedade o início da sua tentativa. Mesmo com o grande calor do Velódromo do RJ, o velocista estava confiante com as condições: "Treinei bastante durante os últimos dois meses. Cheguei a treinar com pneus a apenas 80 libras de pressão, para a bike ficar mais pesada. Hoje o ambiente está excelente, pois o piso de madeira está seco, o que contribui para um bom desenvolvimento da bike. Quando o ar está mais úmido as voltas são mais pesadas", declarou ao BikeBros, que registrou tudo desde o início. Anderson estava acompanhado da sua esposa (e também ciclista) Rita Medeiros e do filho Miguel, que transmitiram ao atleta muita vibração e energia, além da calma necessária para enfrentar esta difícil empreitada.

O feito foi acompanhado e certificado pela FECIERJ - Federação de Ciclismo do Estado do RJ, representada por Arthur Castro, vice-presidente da entidade. A medição oficial foi executada por ele, que determinou o tempo como um novo recorde estadual. Segundo Arthur, "esta medição não pode ser considerada oficialmente como um recorde nacional, pois seriam necessárias outras aferições feitas por órgãos superiores, como a CBC - Confederação Brasileira de Ciclismo e UCI - Union Cycliste Internationale. Mas podemos garantir e registrar que esta é, certamente, a melhor prestação da hora em toda a história do velódromo do Rio de Janeiro". Segundo Rita Medeiros, "a conquista do Anderson estabelece a definição de uma nova marca para o recorde nacional". A falta de registros históricos e oficiais do ciclismo de pista brasileiro dificulta a pesquisa e aferição da marca em nível nacional. "O que importa é que estamos fazendo a nossa própria história no Rio de Janeiro. É muito importante publicar, registrar e preservar essa história", afirma Arthur Castro.

Em dezembro de 2009 Anderson estabeleceu o primeiro recorde do Velódromo do RJ, marcando 43.920 metros percorridos em uma hora (175 voltas + 170 metros). A extraordinária evolução do ciclista durante 2010 garantiu a conquista de um tempo muito superior. "Eu esperava algo em torno dos 44km na nova tentativa. Quero estar aqui de volta em 2011 para superar esta marca, mas quero também que outros velocistas venham e tentem quebrar o tempo. Sinto necessidade de treinar com mais alguém aqui no velódromo, pois muitas vezes vim para cá pedalar totalmente sozinho. Agradeço à Deus por esta conquista", declarou o ciclista, que já pedala na pista oval há 2 anos. Ainda em 2010 Anderson conquistou outro grande sonho, sagrando-se Campeão Brasileiro de Ciclismo de Pista na modalidade "Scratch", no campeonato nacional realizado no mesmo velódromo, em abril.

Com 34 anos, o ciclista já se havia se tornado um ícone do ciclismo de estrada no Estado do Rio, e agora se firma como o "número 1" também no velódromo. Em uma grande fase na sua carreira esportiva, Anderson pretende conquistar mais um título nacional em 2011, mas aponta a grave falta de apoio de patrocinadores. A grande dificuldade em conseguir patrocínio para esta quebra do recorde mostra de forma clara os problemas que nossos atletas encontram para conquistar novas vitórias. Com esta segunda quebra de recorde consecutiva, Anderson mostrou sua grande competência e espera efetuar a tentativa de 2011 com muito mais apoio.


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Anderson Getúlio contou com o patrocínio do MAR PALACE HOTEL, PISO FORTE e OXYGEN, além do apoio de BARBEDO SPORTS, REVISTA TRIATHLON EM REVISTA, FECIERJ e do siteBIKEBROS.COM.BR. O treinamento foi realizado por WALTER TUCHE ASSESSORIA ESPORTIVA, junto à nutricionista TÂNIA ABREU DE ALMEIDA.

FICHA TÉCNICA
Atleta
Anderson Getúlio Cordeiro Rita
Idade: 34 anos
Altura: 1,70m
Peso: 62Kg

Dados gerais
Local: Velódromo Estadual do Rio de Janeiro, Autódromo de Jacarepaguá, Barra da Tijuca - Rio de Janeiro/RJ
Aferição: Arthur Castro / FECIERJ - Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro
Dia da marca: Sábado, 18/12/2010
Horário de início: 9:00h
Horário de término: 10:00h
Clima: Sem chuva, ensolarado
Temperatura externa: 32 graus
Temperatura no velódromo: Não aferida
Umidade relativa do ar: Aproximadamente 80%
Pressão barométrica: Aproximadamente 1024 bar

Equipamento:
Marca/modelo da Bike: Não divulgado pelo atleta
Roda dianteira: Aero, carbono, marca não divulgado pelo atleta
Roda traseira: Aero, lenticular, marca não divulgada pelo atleta
Pneus: 180 libras, marca não divulgada pelo atleta
Guidão: Track, carbono, marca não divulgado pelo atleta
Clipe: CRI, carbono, marca não divulgada pelo atleta;
Capacete: Aero, marca não divulgada pelo atleta;
Sapatilhas: marca não divulgada pelo atleta;
Pedivela: 175mm, marca não divulgada pelo atleta
Relação: 55x14 (corrigido)
Média de RPM: 91

Adaptador de caramanholas



Por Tadeu Matsunaga
Já imaginou ter o suporte da caramanhola no clipe da bicicleta? Essa é a inovação da marca americana HED, que busca melhorar a aerodinâmica no ciclismo.

Atualmente, muito dos quadros das bicicletas permitem levar uma única garrafinha para hidratação, o que se torna um problema para ciclistas e triatletas sem possuir os líquidos necessários para hidratar de forma adequada.

Buscando facilitar a vida do atleta, Steve Hed criou um suporte de 12 a 22 gramas que permite colocar garrafinhas de 500 a 750 ml. Ele foi testando em túneis de vento e o resultado foi positivo, comparado aos quadros que possuem porta-caramanhola.

Alguns triatletas, como Eneko Llanos, Marcel Zamora, Chrissie Welligton aprovaram o novo material e afirmam ter se hidratado sem perder o ritmo sobre a bicicleta. Uma idéia econômica e útil – mais uma inovação na área da aerodinâmica.

300 pessoas estreiam a 1ª ciclofaixa de Ribeirão...

Nem o tempo fechado estragou a inauguração da pista pela prefeita Dárcy
Os ciclistas receberam água, garrafinhas, bonés, camisetas, laranjas, barras de cereais e isotônicos

DE RIBEIRÃO PRETO

Nem mesmo o tempo de chuva, que inibiu alguns ciclistas, atrapalhou a inauguração da ciclofaixa de lazer em Ribeirão Preto ontem.
Segundo estimativas da Polícia Militar, cerca de 300 pessoas fizeram o percurso de seis quilômetros, de ida e volta, entre os parque Curupira e Luís Carlos Raya, no Jardim Botânico.
Em parceria com entidades privadas, os ciclistas receberam de graça água, garrafinhas, bonés, camisetas, laranjas, barras de cereais e isotônicos. Exames de glicemia e aferição de pressão também foram feitos por profissionais da saúde.
Ao longo do trajeto, lojas de bicicletas montaram quiosques para fazer a manutenção para os participantes. Além disso, pelo menos 35 monitores ficaram no local para garantir a segurança dos ciclistas.
De acordo com a prefeita Dárcy Vera (DEM), toda a estrutura montada para a inauguração vai permanecer todos os domingos no local.
"Quem quiser fazer parcerias, desde que gratuitas, pode entrar em contato com a prefeitura. Queremos ampliar cada vez mais o projeto." No final do circuito foram sorteadas três bicicletas doadas por uma loja.
O empresário Anderson Francisco, 25, resolveu usar a criatividade para proporcionar um passeio diferente à filha Emilly Eduarda, 3. Ele improvisou uma cadeirinha na frente da bicicleta em um caixote de madeira, forrado com uma coberta.
Junto com uma turma de amigos, pai e filha percorreram o circuito mesmo debaixo da garoa fina que caiu em alguns pontos.
A família saiu do bairro Ipiranga. "Estou com medo que comece a chover forte, por isso vim atrás deles com o carro", disse a mãe da menina, Cibele Santos, 24.
Ciclistas da equipe de Ribeirão e muitas famílias participaram da abertura da ciclofaixa. Para os primeiros, o percurso foi uma "moleza". Já para muitos que não tinham tanto preparo físico, a subida para chegar no parque do Jardim Botânico teve que ser vencida a pé, empurrando a bicicleta.
"Essa ladeira é muito forte para quem não pedala há tanto tempo como eu, disse Débora Lopes, 37, designer.
A interrupção do trânsito por alguns minutos para a passagem dos ciclistas irritou alguns motoristas por causar um leve congestionamento. Um deles, que não quis se identificar, chegou a xingar os ciclistas.
A expectativa da prefeitura é que nos próximos domingos cerca de 2.500 pessoas passem pela ciclofaixa entre as 7h e as 13h.